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A alimentação do seu pet deve ser equilibrada e nutritiva para que este tenha um desenvolvimento e crescimento saudáveis. A grande variedade de opções de alimentação canina que existe nos dias de hoje obriga a uma maior necessidade de estar informado sobre o que deve dar de comer ao seu patudo.
Para garantir uma melhor nutrição e saúde do seu pet, é essencial saber quais os erros que deve evitar.

Tome sempre em atenção estes dois fatores:

Fisiológicos: Fatores como a raça, idade ou peso têm impacto na dieta nutricional, tal como a dosagem dos alimentos.
A título de exemplo, um animal jovem manifesta necessidades calóricas superiores às de um animal adulto. Assim como um cão de raça pequena terá dificuldades em comer uma ração de grão específico para cães de grande porte.

Clínicos: Ajuste a alimentação do seu pet às suas condições de saúde. Assim, o alimento será um aliado de peso. No caso dos cães com dificuldades digestivas, estes podem beneficiar de alimento específico para esta condição. O ideal será aconselhar-se com um médico veterinário sobre qual a dieta adequada para cada animal, de acordo com as suas necessidades nutricionais.

 

Agora, fique com algumas dicas sobre o que fazer no processo de alimentação do seu cão:

Se tiver um cão adulto dê-lhe, no mínimo, duas refeições diárias

Lembre-se: é sempre de evitar que a dose diária de alimentos do seu patudo seja consumida de uma vez. Assim, previnem-se os picos de glicémia ou problemas relacionados com dilatações gástricas e vómitos. Estas situações são ainda mais comuns em cães de grande porte.
No que concerne aos cachorros, estes devem fazer entre duas a seis refeições por dia, devendo a frequência ser reduzida à medida que crescem.
Na alimentação do cão sénior poderá ser necessário voltar a dividir a dosagem diária em várias refeições. Deste modo, o tutor previne dificuldades relacionadas com a mastigação ou falta de apetite, entre outras patologias provocadas pela velhice.

Snacks? Só da melhor qualidade 

Apesar de existir uma enorme variedade de snacks comerciais, nem todos estes produtos são benéficos para a alimentação canina visto a sua qualidade nutricional ser, em geral, limitada.
No entanto, se os snacks forem de boa qualidade, e, mais importante, com benefícios associados, serão os mais indicados, quando consumidos de maneira e em quantidade corretas. Só assim podem trazer benefícios a diferentes níveis.
Por outro lado, os snacks podem ajudar nos processos educativos do animal e na criação ou fortalecimento da relação com o tutor. Mas atenção: mantenha a dosagem diária reduzida para evitar problemas como o excesso de peso. 

Evite dar ossos cozinhados ao seu pet 

Durante muitos anos, os ossos e os restos de comida foram a base da alimentação dos cães. À medida que os tutores foram adquirindo mais conhecimentos, esses hábitos foram ficando para trás, já que a influência destes na saúde dos cães é prejudicial.
A difícil digestão dos ossos leva ao rápido endurecimento das fezes, além de, durante a mastigação, os pedaços de ossos poderem lascar e, se ingeridos, causar lesões gastrointestinais.
A contaminação bacteriana é outro dos problemas causados pela ingestão de ossos, especialmente quando estes são dados crus ao seu cão.

Não inclua estes alimentos na dieta do seu patudo

Quer pela sua toxicidade, quer pela possibilidade de causar danos gastrointestinais, evite dar ao seu amigo de quatro patas: café, abacate, chocolate, cebola, uvas, passas, caroços de fruta, alimentos com muita gordura e/ou sal.

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